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TransOceânica: ciclovia tem 80% da obra concluída PDF Imprimir E-mail

05/10/2018 – Equipes trabalham na conclusão das adequações das calçadas da Estrada Francisco da Cruz Nunes e na implantação da ciclovia da TransOceânica. Em seguida, será realizada a instalação das 11 estações do BHS. O trabalho será concluído em dezembro.

“Após mais de 40 anos de promessas, tiramos o túnel Charitas-Cafubá do papel em um prazo recorde, menos de dois anos. E, em menos de três anos, estamos entregando uma nova Francisco da Cruz Nunes, com um corredor de transporte, mobilidade e uma rede de ciclovias, sobretudo com uma avenida que antes era uma estrada precária, sem iluminação, sem infraestrutura, sem drenagem, sem pavimentação, que terá o primeiro BHLS do Brasil e o primeiro elétrico da América do Sul”, afirma o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves.

Com aproximadamente 3,2 quilômetros de extensão, a ciclovia já tem 80% da obra concluída. As intervenções acontecem entre o Centro Integrado de Segurança Pública (Cisp), no Trevo de Piratininga, até a altura da rótula da Avenida Central, em Itaipu, passando pelas ruas Manoel Pacheco de Carvalho, Delfina de Jesus e Professora Alice Picanço. Uma casa no fim da Rua Manoel Pacheco de Carvalho será desapropriada para a construção da via.

Já no trecho entre a Avenida Santo Antônio e a Rua Eduardo Lúcio Picanço, a ciclovia seguirá pela Estrada Francisco da Cruz Nunes. E na Rua Professora Alice Picanço será construída uma ponte, com a ciclovia suspensa, na altura do cruzamento com Rua Augusto Vieira Jacques.

“Todas essas ruas estão recebendo nova pavimentação, sistema de drenagem para facilitar o escoamento da água, além do projeto de reurbanização das calçadas. Grande parte da via já está recebendo sinalização. Em seguida, iniciaremos a obra da ponte, no trecho em que a ciclovia será suspensa”, explica o secretário municipal de Obras, Vicente Temperini, ressaltando que só na Região Oceânica serão feitos 61,3 quilômetros de ciclovia.

A construção das estações será a última etapa do corredor viário, que tem 9,3 quilômetros de extensão, passando por 12 bairros da Região Oceânica e beneficiando 125 mil moradores. Rodrigo Neves enfatiza que a construção da TransOceânica traz uma mudança no paradigma da mobilidade urbana e na qualidade de vida, além do conceito de sustentabilidade de toda a obra.

“Para além de obras viárias, estratégicas e importantes como o túnel Charitas-Cafubá, é importante melhorar a infraestrutura da cidade, tornando o espaço público mais amigável ao cidadão. É importante melhorar a qualidade do transporte público e ter a opção de uma mobilidade saudável pelas bicicletas. Somente desta forma iremos reduzir o tempo perdido no trânsito e teremos uma Niterói mais sustentável”, diz Neves.

Estações – Todas as estações do BHS terão câmeras de segurança, sistema de sonorização, que permitirá a comunicação do Centro de Controle com os passageiros, além de painéis que irão informar o tempo de chegada de cada ônibus na estação, e uma grande tela na qual os usuários poderão acompanhar a localização dos coletivos em um mapa. A estrutura foi idealizada de forma a impactar o menos possível na paisagem. Cada uma terá bicicletário com 10 vagas, e dependendo da demanda, este número poderá se ampliado.

O plano operacional da TransOceânica terá uma nova frota de 100 ônibus, sendo 40 veículos elétricos, que serão adquiridos pela Prefeitura de Niterói e cedidos por tempo determinado ao consórcio que atua na Região Oceânica. Todos os veículos seguem o conceito BHLS, com piso baixo e porta dos dois lados.

Serão cinco linhas de ônibus que sairão de diversos bairros da Região Oceânica. Duas novas linhas passarão pelo túnel Charitas-Cafubá seguindo até o Centro de Niterói. Uma sairá de Piratininga e a outra de Itaipu. Três linhas seguirão pelo Largo da Batalha até o Centro.

Iluminação – Ao longo da TransOceânica foram instalados 1206 pontos de luz nas calçadas e no canteiro central. A modernização do parque de iluminação com as lâmpadas de LED é um avanço importante. “A utilização do LED garante a melhoria na qualidade da iluminação e diminuição nos custos de manutenção por ter durabilidade maior", detalha a secretária municipal de Conservação e Serviços Públicos, Dayse Monassa.

 
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