PROGRAMA DE SAÚDE DO IDOSO MAIS PRÓXIMO DA POPULAÇÃO Imprimir

Estratégia é intensificar atuação junto a dois públicos distintos: os frágeis e os independentes

A Fundação Municipal de Saúde (FMS), quando o assunto é atendimento ao idoso, segue normas e diretrizes definidas pelo Programa Nacional de Saúde do Idoso (PNSI), instituído pela Portaria Federal nº. 2528 de 2006. A estratégia, de acordo com a secretária Gisela Motta de Miranda, é intensificar a atuação junto a dois públicos distintos: os frágeis e os independentes, visando à capacidade funcional. 
 

Para ampliar o acolhimento e tratamento oferecido aos idosos, o programa municipal leva aos profissionais da Rede Básica de Saúde informações necessárias ao diagnóstico e conduta frente aos problemas de saúde mais comuns entre as pessoas com mais de 60 anos.

 

O QUE A REDE OFERECE

A Rede Pública Municipal de Saúde oferece aos idosos: espaço de escuta e acolhimento, visitas domiciliares a acamados segundo critérios definidos pela equipe técnica; testagens específicas (distúrbios de equilíbrio e marcha, de memória, e avaliação do desempenho para atividades do cotidiano); prioridade nas marcações e agendamento de consultas; grupos e oficinas terapêuticas; notificação, atendimento e acompanhamento de casos de violência; grupos de convivência, atividades culturais, grupos de orientação para o auto-cuidado e cuidadores.

ATIVIDADES NA COMUNIDADE

Distribuída equanimente pelo município, a rede de saúde trabalha em parceria com outras entidades, promovendo diversas atividades para quem já ultrapassou a barreira dos 60 anos, tais como: palestras e cursos de orientação em cuidados junto às pastorais, associação de aposentados, Centro de Convivência Helena Tibau, curso de orientação aos porteiros de prédios residenciais (em fase de implantação, etc.), além de encontros e jornadas como a prevenção de quedas em idosos, singularidade da assistência gerontológica, capacitação de profissionais da rede básica com ênfase nas estratégias de identificação de idosos em situação de risco para quedas. E ainda: treinamento de recursos humanos nas áreas da geriatria e gerontologia; ações estratégicas para diminuir os preconceitos em relação à velhice; linhas de pesquisa em interface com universidades para conhecimento de realidades locais.