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Música, poesia, futebol e dança encerram a Semana da Luta Antimanicomial PDF Imprimir E-mail

17/05/2019 – Para desmistificar, incluir e atender com dignidade uma parcela importante da sociedade que apresenta transtornos mentais, a coordenação do Programa de Saúde Mental de Niterói, realizou a Semana da Luta Antimanicomial, encerrada nesta sexta-feira (17) com um baile na sede da Associação Fluminense dos Trabalhadores de Águas e Esgotos (AFTAE), no Centro. Cerca de 50 pessoas, entre pacientes do Hospital Psiquiátrico de Jurujuba, dos Centro de Apoio Psicossocial (CAPS), dos ambulatórios e das residências terapêuticas, familiares e profissionais da Saúde participaram do evento.



De acordo com a psicóloga Wal Thomaz, coordenadora do Centro de Convivências e Cultura de Niterói (CCCN), setor que promove os mais variados roteiros culturais para os usuários do programa, o maior desafio é dar visibilidade a uma parcela da população que a sociedade insiste em tornar invisível.

Na programação, que contou com rodas de conversas, exposição de filmes, grupos de trabalho, entre outras atividades, destacou-se a exposição fotográfica “Dá pra conviver!”, que ficará em cartaz de 14 a 31 de maio, das 14h às 17h, no hall do segundo andar da Biblioteca Parque de Niterói. Com foco nas situações cotidianas, em que pessoas com transtornos mentais participam efetivamente do dia a dia, a exposição pretende despertar solidariedade e empatia no público, com a expectativa de que a convivência com os pacientes da Saúde Mental possa ser estimulada.

Confraternização – A programação de encerramento teve também futebol de salão, karaokê, poesia e show de música com o grupo Intervalo Musical, formado pela cantora Lucineide da Silva Almirante, o saxofonista Jackson Machado Santos e o violonista Felipe Paes e a musicoterapeuta, Cris Acioli.

Nos intervalos, o DJ Jef Rodriguez assumiu as carrapetas e embalou com clássicos nacionais e internacionais, além de muito funk, samba e pagode.

HPJ – O Hospital Psiquiátrico de Jurujuba realizou um evento nesta sexta-feira (17) que reuniu usuários e profissionais pela data. A unidade recebeu uma oficina de turbantes e apresentação do Pirei na Cenna, grupo que faz parte do Teatro do Oprimido. Na mesa de debates, a fundadora do grupo, Cláudia Simone, dividiu experiências com a psicóloga do IFRJ Neli de Almeida, o psiquiatra da UFRJ Pedro Gabriel e o usuário do HPJ, Sérgio Lima.

“Estamos na resistência contra a política manicomial, dando a assistência necessária para dar alternativas de saída para os pacientes em tratamento”, afirmou Raldo Bonifácio, diretor da unidade referência em atenção psicossocial

 

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