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Emergência Hospital Getulinho completa oito anos da reabertura e Restaurante Popular se aproxima das 2 milhões de refeições oferecidas PDF Imprimir E-mail

04/01/2021 - Há 8 anos, a emergência do Hospital Getúlio Vargas Filho, o Getulinho, foi reaberta pela administração municipal. Foi uma das primeiras medidas do governo Rodrigo Neves, que tinha o atual prefeito Axel Grael como vice e participando de todas as ações. O hospital, inaugurado há 66 anos, foi municipalizado em 1992 e, apesar de ser o único especializado em atendimento pediátrico para Niterói, São Gonçalo e adjacências, teve a emergência fechada em 2011 por falta de condições de funcionamento.

Hoje, a unidade, aberta 24 horas para emergência pediátrica, conta com ambulatório para ortopedia, cardiologia, odontologia, anemia falciforme, hematologia, nefrologia, pneumologia, otorrino, alergia, cirurgia plástica, neurologia e endocrinologia. Sua estrutura também traz  CTI e Centro Cirúrgico para 19 tipos diferentes de cirurgias eletivas. Realidade diferente da época de sua reabertura, quando a assistência médica acontecia em um hospital de campanha, que, depois, passou para uma emergência provisória, até a construção da nova unidade, que começou a atender pacientes em 1º de julho de 2016.

“Desde a abertura da emergência e reforma do local, os atendimentos cresceram muito. O Getulinho é uma unidade referência no atendimento de pediatria. Tenho muita alegria de ter sido diretor do hospital e ter compartilhado com sua equipe muito dedicada, que preza por um atendimento de qualidade e que sempre cuida das nossas crianças com carinho”, disse o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Oliveira.

O Getulinho foi inaugurado em 29 de setembro de 1954 e, de acordo com registro histórico, o hospital surgiu como o primeiro local especializado em atendimento pediátrico no Estado do Rio de Janeiro, seguindo até hoje como referência na especialidade. O Getulinho, como é carinhosamente chamado, foi batizado em homenagem ao filho do ex-presidente do Brasil, Getúlio Vargas, que faleceu ainda jovem, aos 23 anos de idade, devido à paralisia infantil.

Além das especialidades médicas, a unidade oferece também o serviço de “Pedagogia Hospitalar” (profissionais que desenvolvem ações educacionais com crianças e adolescentes internados), além de grupos de voluntários e de “Contadores de Histórias”. O Getulinho conta também com o trabalho de alunos de medicina, assistência social e enfermagem da UFF.

Da mesma forma, o Restaurante Cidadão Escritor Jorge Amado completou quatro anos de municipalização e reabertura. De lá para cá, foram 1.885.130 refeições servidas entre café da manhã e almoço. O restaurante é coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) desde que foi municipalizado, em 2017.

"É com alegria e responsabilidade que comemoramos mais um ano da reabertura do Restaurante Cidadão Jorge Amado, em Niterói. Neste período da pandemia, o restaurante foi um equipamento essencial para garantir alimentação de qualidade e em quantidade adequada para manter a saúde da população, mitigando os efeitos causados pelo coronavírus”, analisa o secretário da SASDH, Vilde Dorian.

O restaurante atende moradores de Niterói e municípios vizinhos que vêm se alimentar pelo valor de R$ 2 no almoço e o desjejum por R$0,50. O espaço funciona de segunda a sexta-feira, das 6h às 9h, para o café da manhã e, das 11h às 15h, para o almoço. A Prefeitura de Niterói investe cerca de R$ 3 milhões por ano para manter o local funcionando.

O restaurante popular também fornece, além de alimentação, serviços culturais e de saúde no Centro de Convivência Zélia Gattai. No espaço, os usuários podem acompanhar exposições literárias e artísticas, leitura de livros e usufruir dos serviços que aparecem por lá, como aferição de pressão e palestras. Inaugurado em julho de 2019, o centro de convivência fica aberto das 10h às 15h para quem quiser visitar. Zélia Gattai e Jorge Amado, que dão nome ao restaurante popular e ao espaço de convivência, foram escritores brasileiros que valorizavam a cultura local em suas obras literárias.

 


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