Teste para o primeiro Censo Nacional de população em situação de rua realizado pelo IBGE é feito em Niterói

O teste inicial do primeiro Censo Nacional de população em situação de rua realizado pelo IBGE, em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos, Desenvolvimento Social e a prefeitura de Niterói está na fase de formalização de um Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI). A fase de testes em Niterói irá até o próximo dia 8, com reuniões, treinamentos, seminários e atividades de campo nos principais locais de concentração da cidade.

O GTI prevê a participação de representantes do IBGE, IPEA, MPO, MDS, MDHC e UNFPA, com vigência até 2026 e irá produzir em Niterói aspectos metodológicos relacionados à produção de informações sobre o tamanho e perfil da população em situação de rua no país.  Um dos objetivos do GTI é propor metodologias para os testes programados para 2024 do Censo Nacional dessa população.  Essa semana, de 5 a 7 de dezembro, as equipes irão a campo durante a noite. No dia 8 vai ocorrer um Seminário de avaliação dos dados coletados.

Niterói foi escolhida, porque na avaliação do IBGE, em acordo com o GTI, considerou que o município reúne condições adequadas para condução da atividade de campo da fase preliminar dos estudos. Para o prefeito Axel Grael a escolha também foi importante para a cidade.

“O resultado dessa pesquisa vai trazer elementos importantes para complementar as informações que já temos em nossos dados e contribuir com as ações que envolvem garantia de direitos, resiliência e comprometimento para que Niterói siga avançando como uma cidade cada vez mais humana, sustentável e com justiça social”, afirma Axel Grael.

O Secretário de Assistência Social e Economia Solidária de Niterói, Elton Teixeira, destaca a relevância dos dados do Censo Nacional de população em situação de rua para a formulação de políticas públicas.

“Este processo vai ser fundamental para a gente entender o perfil da população em situação de rua de Niterói. A partir dessa primeira coleta, saberemos suas origens, seus hábitos de vida e as causas para viver na rua. Tenho certeza que este levantamento será uma ferramenta importantíssima para aprimorarmos as políticas públicas que ofertamos para esta população”, aponta Elton Teixeira.

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