Acessibilidade e segurança: redutor de tráfego na frente da Pestalozzi de Niterói viabiliza travessia de pessoas com deficiência

A Prefeitura de Niterói atendeu ao pedido da Pestalozzi e do Conselho Municipal de Saúde (CMS) e instalou um sistema traffic calm em frente a sede da Associação, na Estrada Caetano Monteiro, em Pendotiba. O redutor de velocidade tem o objetivo de facilitar a travessia de pessoas com deficiência (PCDs) que fazem tratamento na Pestalozzi. O local recebeu nova sinalização e terá um operador de trânsito 24h para orientar os motoristas. 

O traffic calm é uma antiga reivindicação dos usuários dos serviços da Pestalozzi que foi levada à Prefeitura pelo CMS. Trata-se de um equipamento de segurança que foi instalado em um ponto onde os acidentes de trânsito são frequentes, inclusive com vítimas fatais. 

Para orientar os motoristas, a NitTrans instalou sinalizações verticais (placas) e horizontal (pintura asfáltica) no trecho onde foi criado o redutor de velocidade. A estrutura de sinalização segue todos os critérios estabelecidos no código brasileiro de trânsito para equipamentos do tipo. Um operador de trânsito ficará 24h horas por dia no local orientando os motoristas até que todos se acostumem com a mudança. “A Nittrans têm uma grande preocupação com a educação no trânsito e conta com o apoio da população e motoristas.  Estamos aplicando em Niterói um conceito mundial de educação no trânsito, para trazer dignidade à pessoa com deficiência ao atravessar ruas em segurança. Nossos planos para o futuro incluem também levar esse mesmo modelo para a frente de escolas”, adianta o presidente da NitTrans Gilson Souza. 
Mãe do pequeno Jonathan, que é cadeirante e faz tratamento na Pestalozzi, Camila Sampaio Farias Pereira, comemorou o novo sistema de travessia no local. Ele diz que o traffic calm deu maior mobilidade a PCDs. 
“Nós, mães de crianças especiais, lutamos muito para ter isso aqui, precisávamos dessa travessia. Estamos muito agradecidas à prefeitura por ajudar a gente nesse momento e viabilizar essa travessia aqui, que era tão perigosa para todos que frequentam a Pestalozzi”, lembrou Camila Sampaio Farias Pereira.

Foto: Lucas Benevides

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