Projeto “Primeira Onda” promove inclusão social e iniciação ao mar para alunos da rede municipal de Niterói

Alunos da Escola Municipal Eulália da Silveira Bragança, no Jacaré, e de outros projetos sociais de Niterói participaram, nesta sexta-feira (29), do “Primeira Onda”, iniciativa socioambiental que promove inclusão social e iniciação ao mar por meio do bodyboard. A atividade aconteceu na Praia de Itacoatiara e proporcionou às crianças a experiência de surfar pela primeira vez ao lado de atletas profissionais da modalidade, em um dia de esporte, aprendizado, superação e contato com a natureza.

O projeto faz parte do Itacoatiara Pro 2026, festival de esportes ao ar livre, que acontece até dia 7 de junho. Participaram do “Primeira Onda” os atletas Gugu Barcellos, Neymara Carvalho, Dudu Pedra, Armide Soliveres e Pierre-Louis Costes, entre outros grandes nomes do bodyboard.

“Alguns alunos já tinham contato com a praia, mas essa experiência reforçou a importância de aproximar ainda mais esporte e educação. Niterói já é referência com os Jogos Escolares, nas modalidades de quadra, e agora também queremos investir em esportes ligados à natureza. Além de incentivar a prática esportiva, esse contato com o meio ambiente também contribui para a formação, a convivência e o desenvolvimento dos jovens”, analisou o secretário municipal de Educação, Bira Marques.

Durante a atividade, os alunos participaram de uma experiência inédita no mar, aprendendo técnicas básicas do bodyboard. Maria Eduarda Lima, de 10 anos, estava entre as crianças que pegaram ondas pela primeira vez.

“Gostei muito de pegar as ondas e aprendi que a gente precisa vencer os nossos medos. Eu tinha muito medo de pegar uma onda daquele tamanho, mas o tio me ajudou e foi muito legal mesmo. Nunca tinha vivido essa experiência antes”, contou.

A emoção também foi compartilhada pelos atletas convidados. Para o bodyboarder e destaque do circuito mundial da modalidade, Dudu Pedra, a experiência de entrar no mar pela primeira vez é algo transformador.

“O bodyboard proporciona uma experiência mágica. A emoção de pegar uma onda é algo que eu sinto até hoje, mesmo depois de tantos anos no esporte. Hoje, essas crianças vão poder viver isso pela primeira vez, com segurança, acompanhamento e todo o cuidado necessário”, afirmou.  

A estudante Emanuele Gomes, de 11 anos, contou como foi participar da atividade. “Achei muito legal participar de um esporte novo e conhecer os atletas. A melhor parte foi pegar a onda”, disse. 

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